Interdependencia, complementariedade e necessidade de coperação






Conviver com pessoas diferentes em termos raciais, religiosos, econômicos, políticos etc... é o desafio mais urgente enfrentado pela sociedade hoje. Temos a tendência de evitar o envolvimento social com pessoas que diferem de nós mesmos, como cães que latem para desconhecidos. Este livro examina por que isso aconteceu e o que podemos fazer para mudar.

Sennet lecionou durante muitos anos na London School of Economics (LSE) e no New York Institute of Humanities (NYU).

Sabendo tirar proveito da Pandemia





Fiz com minha família um pequeno grupo de leitura da Peste de Camus. Foi uma forma de elaborar e até mesmo tirar proveito da pandemia. Lemos cerca de 20 páginas por dia e à noite, no jantar, discutimos o texto. O primeiro a falar sempre foi meu filho Francisco, o mais jovem, depois eu e seguimos por ordem de idade crescente deixando as mais sábias por último. Foi uma experiência maravilhosa e Francisco gostou tanto que pediu para continuar. Escolhemos o próximo livro. Vamos dar alguns dias de intervalo para assimilar o texto e partiremos para Macbeth de Shakespeare.

Krenak e Gleiser, Conhecimento e Sabedoria




Esse Webinar será lembrado como um dos mais importantes dessa quarentena. Ailton Krenak e Marcelo Gleiser foram postos frente a frente para dialogar sobre a Natureza do ponto de vista das Civilizações Tradicionais e da Civilização Contemporânea. Marcelo Gleiser começa perguntando, "por que para as culturas indígenas a Natureza é Sagrada?". Ailton rebate com "como chegamos à idéia de humanos e Natureza separados?".

Conhecimento e Sabedoria são postos frente a frente. Um mostra o quanto a Ciência nos fez aprender sobre o funcionamento do Universo. O outro mostra como são infantis a busca da imortalidade, a conquista espacial e toda a ciência que não é acompanhada de Ética e Sabedoria.

Países liderados por mulheres se destacam no combate à Covid-19

Precisamos de mais mulheres em posições de liderança. A crise do Coronavírus é um exemplo de como o mundo pode se beneficiar por ter mulheres no poder. Alguns pontos a favor delas são a ética, honestidade, habilidade de construir redes de relacionamento, capacidade de trabalhar de forma colaborativa, pensar no todo e de forma mais ampla, compreender a complexidade, maior capacidade de resolver problemas, maior educação formal, expressar sentimentos, entre outros... É hora de sairmos do padrão masculino de inteligência cega que domina a economia e a politica.

Por Ana Rosa Alves
O Globo
Abril 2020

Com ação rápida e científica, países liderados por mulheres se destacam no combate à Covid-19. Taiwan, Nova Zelândia, Alemanha e países nórdicos estão entre nações com mais sucesso na contenção da pandemia.



Não há uma resposta global unificada à Covid-19, com países tendo diferentes níveis de sucesso no combate à doença. É consenso, no entanto, que Taiwan, Nova Zelândia, Alemanha e alguns países nórdicos estão entre as nações mais eficientes em controlar a pandemia em seus territórios. Com tamanhos, culturas e em continentes diferentes, elas têm algo em comum entre si: são governadas por mulheres.

Segundo a ONU, as mulheres ocupam apenas 7% dos cargos de liderança globais, algo que chama ainda mais atenção para seu sucesso que na contenção do vírus. Isto deve-se, em maior parte, a intervenções rápidas, baseadas em argumentos científicos, testes em massa, medidas de isolamento efetivas e transparência com a população.




Hoje faz um mês que estamos confinados! Graças a Deus estamos bem. Vamos continuar assim mais um tempo, é preciso paciência. Foi a primeira vez que a quaresma coincidiu com a quarentena. Se o número 40 for realmente mágico nesse sentido da transformação, dentro dos próximos 10 dias devemos ter alguma revelação nas nossas vidas.

Vamos ficar atentos aos sinais de Renascimento, Mudança, Transformação, Passagem, Vida Nova.

Boa Páscoa!

Como as pessoas reagirão à nova crise econômica?

Por Stephanie Pappas
American Psychological Association
Abril 2020

Pesquisas psicológicas realizadas em em crises financeiras passadas oferecem pistas de como as pessoas reagirão à calamidade econômica causada pela pandemia do Coronavirus



The COVID-19 crisis has shuttered businesses and led to massive numbers of layoffs nearly overnight. As of April 2, Americans filed a record-breaking 6.6 million unemployment claims in one week, according to the Department of Labor (PDF, 743KB). The U.S. Federal Reserve estimated that 47 million people might lose their jobs in the second quarter of 2020, translating to a 32.1% unemployment rate. That would far overshoot the peak unemployment rate of the Great Recession (10% in October 2009, according to the Bureau of Labor Statistics) and even of the Great Depression (24.9% in 1933).

Despite differences between this economic crisis and previous recessions, psychological research can provide some insight into the behavioral and mental health impacts of financial loss. Key findings include:

Como se tornar resiliente

How People Learn to Become Resilient
Por Maria Konnikova
The New Yorker
Fevereiro, 2016

Todos nós temos ferramentas para lidar com adversidades, no entanto, algumas pessoas lidam muito melhor do que outras. Nesse artigo, Maria Konnikova entrevistou alguns pesquisadores que responderam quais são as melhores formas de lidar com experiências desafiadoras.




Norman Garmezy, a developmental psychologist and clinician at the University of Minnesota, met thousands of children in his four decades of research. But one boy in particular stuck with him. He was nine years old, with an alcoholic mother and an absent father. Each day, he would arrive at school with the exact same sandwich: two slices of bread with nothing in between. At home, there was no other food available, and no one to make any. Even so, Garmezy would later recall, the boy wanted to make sure that “no one would feel pity for him and no one would know the ineptitude of his mother.” Each day, without fail, he would walk in with a smile on his face and a “bread sandwich” tucked into his bag.

The boy with the bread sandwich was part of a special group of children. He belonged to a cohort of kids—the first of many—whom Garmezy would go on to identify as succeeding, even excelling, despite incredibly difficult circumstances. These were the children who exhibited a trait Garmezy would later identify as “resilience.” (He is widely credited with being the first to study the concept in an experimental setting.) Over many years, Garmezy would visit schools across the country, focussing on those in economically depressed areas, and follow a standard protocol. He would set up meetings with the principal, along with a school social worker or nurse, and pose the same question: Were there any children whose backgrounds had initially raised red flags—kids who seemed likely to become problem kids—who had instead become, surprisingly, a source of pride? “What I was saying was, ‘Can you identify stressed children who are making it here in your school?’ ” Garmezy said, in a 1999 interview. “There would be a long pause after my inquiry before the answer came. If I had said, ‘Do you have kids in this school who seem to be troubled?,’ there wouldn’t have been a moment’s delay. But to be asked about children who were adaptive and good citizens in the school and making it even though they had come out of very disturbed backgrounds—that was a new sort of inquiry. That’s the way we began.”

Notas do isolamento

The Economist
Notes on isolation, from those who know it well.
Abril 2020

A astronauta Helen Sharman reflete sobre o lockdown e faz associações com o tempo em que ficou na estação espacial MIR.



In 1991 I became the first British astronaut to go into space. I had chosen to put myself in a small spacecraft with only a few other people, an event we planned and trained for over many months. The circumstances are different from those under lockdown, but there are similarities too: uncertainty, self-isolation and social distancing.

A lot of my mental adjustment to being in a confined space station involved acceptance. On the Mir space station I had planned for it so I was comfortable with the situation from the beginning, but I’m feeling the same thing right now. It's important to understand why we are doing this, to accept the situation, realise it could always be worse and that it will get better.

When I was in space, Mission Control scheduled my days to the minute. Every evening the information they sent would come out like a fax machine, a long thin bit of paper telling me exactly what time I should get up, when I should eat, what experiments I should do and when. I didn’t mind – it was efficient – but I did get comfort from the small things that I could control, like what juice I drank and the time after dinner when I really could do whatever I wanted. Now my days are restricted like everyone else – my speaking engagements have been cancelled and my work for Imperial College London is moving online – but I still take pleasure in the small things; deciding my morning run and what path I take. I remember that lesson from space, letting go of what you can’t control and focusing on what you can. We have all been told to stay at home – but we can still decide how we use our time.

Dicas com melhores práticas para Home Office

Num momento em que estamos todos tendo que trabalhar de casa, aqui vão algumas dicas úteis para que o home office seja uma experiência boa e produtiva.


O confinamento pode nos ajudar a fazer um detox de nosso modo de vida

Por David Le Bailly e Sylvain Courage
L'OBS
Março 2020



Le sociologue et philosophe analyse la crise sanitaire mondiale.
« Cette crise nous montre que la mondialisation est une
interdépendance sans solidarité », explique-t-il.

Quel est, à ce stade, le principal enseignement que l’on puisse tirer de la pandémie du coronavirus ?

Cette crise nous montre que la mondialisation est une interdépendance sans solidarité. Le mouvement de globalisation a certes produit l’unification techno-économique de la planète, mais il n’a pas fait progresser la compréhension entre les peuples. Depuis le début de la globalisation, dans les années 1990, guerres et crises financières ont sévi. Les périls planétaires – écologie, armes nucléaires, économie déréglée – ont créé une communauté de destin pour les humains, mais ceux-ci n’en ont pas pris conscience. Le virus éclaire aujourd’hui de manière immédiate et tragique cette communauté de destin. En prendrons-nous enfin conscience ? Faute de solidarité internationale et d’organismes communs pour prendre des mesures à l’échelle de la pandémie, on assiste à la fermeture égoïste des nations sur elles-mêmes.


Dans son discours, le président Macron parle du danger d’un « repli nationaliste »...

Pour la première fois, c’est un vrai discours de président. Il n’y était pas seulement question de l’économie et des entreprises mais aussi du sort de tous les Français, des soignés et des soignants, des travailleurs acculés au chômage partiel. Son allusion au modèle de développement qu’il faudrait changer est une amorce. Cela dit, l’antidote au repli nationaliste n’est pas le repli européen, puisque l’Europe est incapable de s’unir là-dessus ; c’est la formation de solidarités internationales, commencées par les médecins et chercheurs de tous les continents.


Superando obstáculos

Por Dado Salem
Março 2020

A quarentena forçada é uma ótima oportunidade para fazer mudanças importantes em nossas vidas. Afinal, quando foi que o mundo parou e tivemos tempo para refletir?



Podemos usar esse tempo para fazer um balanço e nos permitir imaginar uma vida prazerosa e desejada. Porém, na hora de sair do mundo das idéias e pensar na execução, imediatamente surgirão múltiplos obstáculos: financeiros, culturais, familiares, físicos, sociais, psicológicos, políticos, emocionais, etc.

Quando a vida retomar, se não mudarmos algo dentro de nós, teremos de volta os problemas que sempre nos impediram realizar aquilo que sonhamos e mais alguns que estão sendo colocados no nosso caminho agora.

No entanto, se observarmos a natureza como fizeram os Estóicos e os Taoistas, aprenderemos com a água que os obstáculos estão aí para serem contornados. Ela corre morro abaixo sempre encontrando uma maneira de seguir seu caminho.

Não temos controle sobre o que nos acontece, mas podemos controlar a forma como respondemos aos fatos. Os Estóicos tinham uma máxima chamada Amor Fati, ame os fatos, ame a realidade. Ela está aí. Não adianta ficar reclamando, colocando a culpa em alguém ou se sentir incapaz de realizar o que deseja. Temos a tendência natural a ficar paralizados ou desistir diante de monstros que são os obstáculos. O obstáculo não está no caminho, ele é o caminho! A pergunta é, como vamos fazer para superá-lo?

Intervalo - como tirar proveito da quarentena

Por Dado Salem
Março 2020



Estamos diante de um bloqueio. Fomos obrigados a uma parada forçada por fatores que estão além do nosso controle. Não é momento propício para qualquer iniciativa. É hora de descansar e fazer trabalhos internos, coisas simples como cuidar da casa, cozinhar, lavar pratos, ficar com a família, ler, assistir filmes… É também um excelente momento para refletir sobre nossa propria vida.

É como se um tempo do jogo tivesse terminado, um intervalo para descansar e refletir. Já vivemos muito e temos muito a viver. Daqui a pouco retomaremos. Mas de que forma?

Como foi sua vida até aqui? O que deu certo e o que não está funcionando? A coisa mais importante do intervalo é arrumar o que não está bom. É uma tarefa difícil mas fundamental se quisermos uma vida melhor. É hora de resolver problemas antigos, desavenças, ressentimentos, pedras que estão há tempos no sapato nos incomodando. Pare de remoer o passado. Resolva esse problema de uma vez por todas que a vida ficará mais leve e o futuro se abrirá com mais clareza.

Fórmula infalível para vencer na vida

Por Dado Salem
Março 2020


Em primeiro lugar procure um ambiente fértil. Um espaço onde você pode aprender uma coisa que te interessa. Não importa o assunto. Onde estão as melhores pessoas dessa área? Pode ser a música, o esporte, medicina, engenharia, letras, artes… Se aproxime dessas pessoas. Onde elas moram? por onde andam? onde trabalham? de quais feiras e congressos participam? que bares frequentam? Não é necessário ter dinheiro. Peça emprego como garçom ou garçonete mas fique perto dessas pessoas. Em pouco tempo estará amigo delas. Quer trabalhar no mercado financeiro? Peça emprego como officeboy na melhor instituição do ramo.

Estude, leia tudo a respeito desse tema. Procure no Youtube, Instagram e pela internet em geral, há muita informação gratuita. Quais autores os especialistas recomendam? Em quais jornais publicam? Leia-os. Siga essa gente nas Mídias Sociais.

Pratique. Dedique seu tempo ao assunto que te interessa. Aprofunde-se nele. Treine como um atleta, mas com inteligência para não exagerar e cansar.

O futuro é daqueles que fazem acontecer promovendo a felicidade

Can We Be Happier? — yes, but it’s not about wealth or GDP
Por Rana Foroohar
Financial Times
Fevereiro 2020

A felicidade requer menos dinheiro do que pensamos. Ela depende mais da nossa saúde mental, dos nossos relacionamentos, de um bom trabalho e de confiarmos na sociedade. Por outro lado, ter um chefe chato e trabalhar com pessoas difíceis atrapalha muito. Este estudo mostra que o futuro está aberto para os líderes que fazem as coisas acontecerem promovendo a felicidade.




Richard Layard’s manifesto for wellbeing urges us to focus on trust and relationships

The election of Donald Trump — and the prospect of his re-election — has been credited to everything from institutionalised racism in America to rising inequality.

But according to Richard Layard, founder and former director of the Centre for Economic Performance at the London School of Economics, the answer is simpler — it’s about happiness. If you look across the 3,096 US counties that participated in the 2016 election, votes for Trump were better explained by the average level of happiness in the county (self-reported, a measure that is apparently quite accurate) than by its unemployment, income or growth rate.

By this calculation, Democrats wishing to prevent Trump 2 would do best to focus on which candidate will make the most people happy, rather than the policy particulars of tax, healthcare or foreign policy. Of course, the latter can help facilitate the former, which is the one of the messages that Layard pushes in his interesting (albeit overly sweeping) look at the new science of happiness and how we can harness it to improve ourselves, our relationships and our societies.

Epimeteu e a caixa de Pandora

Por Dado Salem
Fevereiro 2020

Os ensinamentos da Mitologia Grega sobre as pessoas que primeiro fazem e depois pensam

                                                            Ilustração: Giulio Bonasone

É bom ter cuidado com esses tipos que costumam falar antes e pensar depois.

Na mitologia grega, um dos mais perfeitos compêndios da psicologia humana, há uma figura justamente com essa característica: Epimeteu.

Epimeteu era irmão de Prometeu, aquele que roubou o fogo dos Deuses e deu aos homens. Os nomes deles dizem muito. Prometeu vem de pro, antes de, e methos, observar, pensar, ou seja, é aquele que reflete antes de agir. Epimeteu é o oposto. Epi, significa depois de, trata-se portanto daquele primeiro fala e age e depois pensa.

Entrevistando a empresa para evitar arrependimentos

por Dado Salem
Fevereiro 2020




Numa entrevsita de emprego em geral há uma situação desbalanceada de poder. De um lado entrevistadores que podem decidir a contratação, de outro quem gostaria entrar naquele time. Por mais que se procure evitar, há um olhar de cima para baixo ou de baixo para cima. Os entrevistadores procuram saber a respeito das experiências, formação, perfil e se o candidato se integrará bem na organização. O profissional por sua vez tende a ficar tenso e procura fazer de tudo para causar uma boa impressão. No final invariavelmente reflete se foi bem ou não na entrevista.

O que poucos fazem é entrevistar a empresa.

Sociedade em rede e as habilidades relacionais

por Dado Salem
Fevereiro 2020



O presidente do Google Sundar Pichai tem afirmado seguidamente que a Inteligência Artificial causará mais impacto na humanidade do que o fogo e a eletricidade. O mundo está mudando tão rapidamente que tudo nos leva a crer que ele está certo e que estamos no meio de uma grande revolução. Se observarmos os exemplos do passado, constataremos que revoluções desta magnitude mudaram radicalmente nossa maneira de viver.

Planejamento sucessório é necessário para evitar disputa por heranças

Por Gabriela Oliva*
O Globo
Fevereiro 2020

Disputa por heranças é uma história que se repete desde o rascunho da bíblia. Agora estamos assistindo o caso público da família de Gugu Liberato. Isso é um problema que pode ser evitado por meio de acordos, contratos e conversas de família.



A disputa pela herança do apresentador Gugu Liberato, que morreu em novembro do ano passado, trouxe à tona o debate em torno do planejamento da sucessão de bens e fortunas. Especialistas ressaltam que a gestão patrimonial é o caminho ideal para evitar discórdias no futuro. Segundo a advogada Marina de Barros Monteiro, é preciso antecipar os efeitos patrimoniais do falecimento.

— É fundamental fazer um contrato e retratar nele, com detalhes, o seu desejo e tipo de relação, seja conjugal ou de namoro. A regulamentação da verdade é fundamental. Recomendo que, em vida, o proprietário do patrimônio antecipe a concretização do destino da herança — explica.

De acordo com a advogada, a prevenção pode ser feita tanto por meio do casamento no regime de separação total de bens ou pelo pacto antenupcial. Ela ressalta que, sob os aspectos nupciais, ninguém tem o direito de acessar o bem do outro durante o casamento.

Racionalidade limitada. Fatos não mudam nossa opinião

Why facts don't change our minds
por Elizabeth Kolbert
The New Yorker

Sabe quando você tenta convencer uma pessoa de alguma coisa? Por ex. de que o político que ela ama, e vc odeia, é uma péssima escolha? Você apresenta uma série de evidências mas ela refuta todos seus argumentos.

Pois é… Estudos científicos comprovam que nossa racionalidade é limitada e que tendemos a não mudar de opinião mesmo diante de evidências e fatos. Uma vez fixadas, impressões são dificilmente alteradas. Isso ficou conhecido como “Viés de Confirmação”. Ou seja, escolhemos as informações que confirmam nosso ponto de vista e descartamos todas as outras. Com isso temos material suficiente para debater e comprovar que estamos certos e o outro errado.





In 1975, researchers at Stanford invited a group of undergraduates to take part in a study about suicide. They were presented with pairs of suicide notes. In each pair, one note had been composed by a random individual, the other by a person who had subsequently taken his own life. The students were then asked to distinguish between the genuine notes and the fake ones.

Some students discovered that they had a genius for the task. Out of twenty-five pairs of notes, they correctly identified the real one twenty-four times. Others discovered that they were hopeless. They identified the real note in only ten instances.